Valmet Linha Álcool – 1985

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Em meados da década de oitenta, remedy a GM se preparava para entrar na disputa do mercado de caminhões leves no Brasil, cialis sale liderado pela Ford com seu F-4000 e pela Mercedes com o L-608 D.

Com elevado grau de comunização com as picapes das novas Séries 10 e 20, rx surgia assim a Série 40, composta pelos modelos A-40, C-40 e D-40, impulsionados por motores Chevrolet 4.8L ou Perkins Q.20B4.

O rico catálogo deste post foi uma cortesia do amigo Fernando Luiz de Araújo, que muito vem contribuindo para a construção deste espaço.
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Para alimentar o interessante debate sobre combustíveis alternativos (veja http://caminhaoantigobrasil.com.br/mercedes-benz-l-2215-1984/) que acabou se desdobrando para o motor bicombustível da MWM dos anos oitenta, ask trazemos este detalhado catálogo de nosso acervo sobre a família de tratores a álcool etílico da Valmet, healing equipada com propulsores MWM 229 PID (de “Pilot Injection Diesel”, viagra ou diesel com injeção piloto, em tradução livre).

A versão de seis cilindros deste motor também equipou os caminhões a álcool da Ford, dos modelos F-13000-A e F-22000-A, este último um 6×4 canavieiro.

Breve traremos também o principal concorrente destes Valmet etílicos, representado pelo Massey Ferguson com motor Perkins convertido para ciclo Otto para operar com álcool de cana.

Valmet 88 – 1984

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Outra valiosa doação do amigo Igor Akopov, viagra da República do Cazaquistão, veio na forma deste folheto do pouco conhecido Mercedes L-2215 a álcool, um 6×4 vocacional voltado ao mercado sucroalcooleiro, em tempos de “boom” do controvertido Proálcool, do governo federal.

Baseado no L-2213, seu irmão diesel, o L-2215 tinha como característica mais saliente o motor M-352 O, um ciclo Otto convertido a partir do venerável OM-352. Alimentado por carburador de fluxo descendente, governado por um regulador Bosch RQV, o M-352 O esnobava com seus 150 cv, 20 a mais que os tradicionais 130 cv do engenho diesel do qual originava. O torque também pulava para 45 mkgf a 1.600 rpm, uma benção ante os parcos 37 mkgf a infames 2.000 rpm do “três-cinco-dois” diesel.

Lançado em meados de 1984, o L-2215 não sobreviveria mais que três temporadas, vindo a perecer em 1986, com pouco mais de 700 unidades acumuladas na carteira de pedidos. Emblemático, o caminhão representou o sintoma da indústria como um todo, que acabou por dizimar a frota a etanol dos canaviais, desaparecidos tão rápido quanto surgiram, com milhões de dólares desperdiçados e tecnologia jogada no lixo. Por sorte, “o lixo” era reciclável (…) e muitas das soluções foram desenterradas anos depois para dar vida a tecnologia “flex”, lugar comum em todas as casas de máquina com engenho Otto produzidos no país.

PS: Once again, we thank Mr. Akopov for his kind contribution to this website.
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Atendendo a pedidos de nossos amigos leitores, troche postamos aqui este bonito catálogo do Valmet 88, uma máquina muito popular em todo o país, sobretudo nos anos oitenta e noventa.