Terex UAI M1-50: à procura de um mineiro esquecido

Considerando que, healing como nós, muitos de nossos leitores nutrem interesse irrestrito por tudo que se move, seja na terra, na água ou no ar, e que nosso acervo contempla veículos de todas estas categorias, regularmente traremos posts sobre diferentes máquinas, capazes de se locomover por meios próprios nos distintos meios deste belo Planeta Azul.

Desse modo, trazemos até você o, nosso primeiro post, sobre o EMB-110 Bandeirante, o avião que deu origem à Embraer e a colocou no mapa da aviação mundial.

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DC-10
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Cockpit do McDonald Douglas DC-10-30F, PP-MTA, operado pela finada Master Top Linhas Aéreas, empresa de carga aérea. 
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Cockpit do McDonald Douglas DC-10-30F, PP-MTA, operado pela finada Master Top Linhas Aéreas, empresa de carga aérea. Sua carga líquida era de cerca de 75 toneladas, o mesmo que um rodotrem carregado!
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Nos anos sessenta, a FAB estava preocupada com a senilidade de seus veneráveis Douglas DC-3 e C-47 (designação militar do mesmo avião), de origem norte-americana, sobras da Segunda Guerra, que desempenhavam um vasto elenco de tarefas primordiais naquela Força, tais como o abastecimento e suporte à tribos indígenas, Correio Aéreo Nacional, entre tantas.

A feliz solução encontrada para substituí-los foi projetar um avião do zero, usando os talentos do Centro Técnico Aerospacial, sob a supervisão do projetista francês Max Holste. O resultado foi o icônico Bandeirante, um bimotor turboélice de asa baixa que voou pela primeira vez em 22 de outubro de 1968, antes mesmo da fundação de seu fabricante, em agosto de 1969.

EMB 100

O Bandeirante EMB-100 original (Fonte: Acervo Histórico Embraer)

O exemplar aqui mostrado é o EMB-110 P2, versão sem porta de cargas, com capacidade para até 21 passageiros. Era equipado com motores Pratt & Whitney PT6A-34 de 750 hp no eixo e hélices tripás de passo variável e velocidade constante.

Em referência aos cuidados de praxe exigidos durante a partida para se evitar o “hot start”, costuma-se dizer que o PT-6 (um dos motores turboélice mais populares e respeitados de toda a história), é como um Chevrolet de seis cilindros: “uma vez que pega, não pára nunca mais”, de tão confiável.

Seu peso máximo de decolagem era de 5.670 kg e podia cruzar a 224 nós (415 km/h), com autonomia de pouco mais de 1.000 NM (1.898 km) e teto de serviço de 25.000 pés (7.467 m).

O Bandeirante EMB-110 foi fabricado entre 1972 e 1991, com um total de 498 aeronaves produzidas. No Brasil, além da FAB (que ainda opera), o modelo voou em empresas como TAM, Vasp, Transbrasil, TABA, Rio Sul, entre outras, em diferentes versões.

Mundo afora, a comunidade da aviação o apelidou carinhosamente de “Bandit” (bandido, em inglês)…

Estima-se que mais de 300 deles ainda estejam em operação.

EMB110 1 EMB110 2

 

 
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O Bandeirante EMB-100 original (Fonte: Acervo Histórico Embraer)

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O Bandeirante EMB-110 foi fabricado entre 1972 e 1991, com um total de 498 aeronaves produzidas. No Brasil, além da FAB (que ainda opera), o modelo voou em empresas como TAM, Vasp, Transbrasil, TABA, Rio Sul, entre outras, em diferentes versões.

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Não. Não é U-A-I. É “UAI” mesmo – a exclamação mais proverbial de nossos amigos de Minas Gerais, sildenafil estado de tantas belezas e delícias (referimo-nos às culinárias, claro…).

Estamos à caça de informações sobre o Terex UAI M1-50, um enorme caminhão militar 6×6 de 5 toneladas nominais, com motor Scania fabricado em Minas Gerais nos anos oitenta. Sabemos também que alguns estão (ou estiveram) baseados em Brasília, outros já estão nas mãos de civis, que os usam para as mais variadas tarefas, inclusive para diversão em trilhas.

Informações, imagens, folhetos, catálogos, ou qualquer coisa sobre a referida viatura que não seja encontrada na primeira dúzia de páginas do Google. (Como dizia uma amiga nossa, “o Google sabe quase tudo…”)

A Terex, uma antiga divisão da GM, e tradicional fabricante de guindastes, também produzia caminhões e máquinas de construção e mineração, além de viaturas militares como o UAI e um caminhão leve, tipo ¾, chamado de M1-34, que não passou do estágio de protótipo. O paradeiro dele também nos interessa.

As melhores informações que encontramos foi no ótimo documento que pode ser encontrado em : http://www.ecsbdefesa.com.br/fts/UAI%20M1%2050%20e%20M1%2034.pdf, do Pesquisador Expedito Carlos Stephani Bastos, com o qual já tentamos contato.

Os resultados serão postados aqui no site, para o benefício de todos. E do Google, que também ficará sabendo!

uai_m1-50 b

(Crédito da imagem: Fabio Melo Rosa, via http://viaturasbrasil.blogspot.com.br/2011/09/uai-terex-m1-50-exercito-brasileiro.html )

28 ideias sobre “Terex UAI M1-50: à procura de um mineiro esquecido

  1. Exatamente hoje, indo do campus central da UFRGS em direção ao meu apartamento, avistei um Terex UAI M1-50 ainda servindo como viatura do Exército. Inicialmente nem me dei conta que era um, até chegar perto e ver numa placa de identificação que se tratava dele mesmo. Cheguei a tirar uma foto de perfil frontal-direito.

  2. No quartel onde sirvo ainda tem muito caminhões uai m1 50 na ativa adoro escutar o barulho do motor e tenho o prazer de andar em um quase toda semana

  3. encontrei ainda rodando um UAI M1-50 tipo caminhão de serviço. Esta equipado com guinho para reboque e Munck.
    Mende-me um email que mando fotos.

  4. Daniel Girald on 7 de agosto de 2013 at 22:25 said:
    Exatamente hoje, indo do campus central da UFRGS em direção….
    – Este trecho foi copiado, de um comentário acima. Me chamou a atenção pela data, a de meu aniversário. Foi exatamente nela, por volta de 1986, que foi dada a primeira partida desse caminhão. Eu estava lá, fui um dos projetistas de ambas as viaturas. Tenho fotos originais do centro piloto onde foi montado o protótipo. A propósito a silgla UAI foi sugerida pelos próprios militares da época que acompanharam de perto todos os projetos.
    Diziam eles: U.A.I. – Unidade de Apoio a Infantaria – Att., M.M.P.

    • Caro Marcio, grato por seu interessantes comentários.

      Como talvez saiba, estamos em fase final de edição de um livro sobre a história do caminhão no Brasil, com capítulo dedicado à Terex. Qualquer informação ou imagem (em alta resolução – 300 dpi) que queira compartilhar chega em boa hora!

      Basta enviar para nosso email: caminhao.brasil@hotmail.com

      Um grande abraço.

  5. Temos aqui na nossa empresa “guincho pollyana” em Goiânia-Go, um Guincho preparado Terex UAI M1-50 OFF-ROAD, 6×6, ano 88, todo original e tudo funcionando, um dos melhores e mais ágeis guincho que já vi, não tem igual. infelizmente preciso vendê-lo, pra ver a qualidade deste, conseguimos arrastar um barco que estava no fundo do Rio Araguaia, ninguém acreditou quando chegamos pra realizar o trabalho, apostei com o pessoal caixas coca cola, voltei com o caminhão lotado. Abraços a todos.

    • Caro Marcos, se puder nos enviar fotos do UAI, ou mesmo um anúncio, teremos satisfação de publicar neste espaço. Abraço e boa sorte!

  6. Eu trabalhei na empresa que tem todos os desenho de fabricação deste caminhão ela era aqui em Contagem e se chamava MCR do Brasil ela ainda tem um M1-50 praticamente zero km um jipe e um trator empilhadeira guardados como lembraça deste que foi seu carro chefe de produção.

    • Caro Marcelo, temos grande interesse em conhecer este veículo e detalhes sobre UAI, para incluirmos no livro que estamos editando sobre a história do caminhão no Brasil. Agradeço se puder entrar em contato pelo e-mail caminhao.brasil@hotmail.com, caso queira contribuir de alguma forma. Obrigado e um grande abraço.

  7. Caros amigos estou com um m1 50 na oficina ele esta sem cambio,sem cardam,sem chicote,estou precisando de informações técnicas,pois o cliente esta querendo adaptar um cambio mecânico e não temos certeza CE vai dar certo a relação do diferencial, Caso possam ajudar muito Obrigado.

    • Caro Ricardo, desculpe a enorme demora para te responder. Temos sim informações sobre o M1 50. Por favor, informe se ainda está em tempo de te ajudar. Um abraço e boa sorte.

    • Caro Bruno, grato pela dica. Tomara que alguns deles sejam salvos! Ficaremos na torcida. Abraço.

  8. Acabei de arrematar em um leilão do exercito uma viatura UAI M1 50. Apos recebe-lo mandarei fotos e características. Qualquer sugestão-informação será bem vinda. abçs a todos

    • Caro Edson, parabéns pela aquisição! Depois deste anúncio no blog, conseguimos várias informações que ainda não conseguimos publicar por absoluta falta de tempo. Aguarde e teremos novidades. Abraços.

  9. Existe uns vinte em operação no 4º Grupo de Artilharia Antiaérea sediado em Sete Lagoas – MG, tenho informações que alguns que estão fora de operação seram leiloados mas não sei quando.

  10. Preciso de algumas peças do TEREX UAI M 1.50, podem informar se temos fornecedores ou quem foram os fabricantes cubo de roda

    • Olá, Valdemar.

      Desculpe-me pela demora para responder. Segundo o folheto técnico (a ser postado aqui) do UAI, os eixos eram de fabricação Terex. Porém, é possível que usassem peças padrão de mercado, mas desconheço quem poderiam ser os fornecedores.

      Grato pela visita.
      Um abraço.

  11. Olá!
    Vendo este chat tomei a liberdade de participar, informando que possuo um Terex UAI para negocio. É militar, adquirido do Exército, e apesar de estar com o motor retificado ainda sem uso, necessita reparos. Caso haja algum interessado em compra-lo, ou em vender outros, negocio várias viaturas militares,
    Abraço a todos….

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