Toyota Bandeirante – 1993

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Nosso amigo e colaborador frequente Lucas Vieira, sickness de Minas Gerais, sovaldi sale nos fez a gentileza de enviar um interessante material sobre o Fiat Ducato em sua primeira versão apresentada no Brasil. Além dos folhetos, case
Lucas também deu uma aula sobre Ducato, a qual reproduzimos a seguir:

“Olá, Evandro,

Estou enviando anexado ao e-mail, alguns folhetos sobre o lançamento do Fiat Ducato no Brasil, em 1998, ainda importados da Itália em com motor 2.5 aspirado. Em 2000 a produção foi nacionalizada na Fábrica de Sete Lagoas da Iveco, e o modelo passou a utilizar o motor Iveco/Sofim 2.8, nas versões aspirada (89 cv), Turbo (103 cv) e Turbo Intercooler (122 cv), as mesmas do Iveco Daily. Em 2006 a primeira atualização da carroceria, com o modelo 244 (o do catálogo é a versão 230) e o motor passou a contar com gerenciamento eletrônico e 127 cv. Em 2009 o motor foi trocado pelo Multijet F1A, com 2.3 L e a mesma potência, de 127 cv, e em 2012 foi trocado novamente de motor, pelo F1A Euro 5, com EGR e a mesma potência de 127 cv.

Sou feliz proprietário de 2 modelos, um 230 turbo 2004 e um 244 Multijet 2011, ambos rodando todos os dias no transporte de universitários em Belo Horizonte. São veículos bem valentes, sobretudo o motor 2.8, que dizem ultrapassar facilmente os 1 milhão de km, o meu está com 300.000 km, mas sem fumaça e consumo 0 de óleo lubrificante, acho que vai longe! O Multijet ainda com apenas 140.000 km, mas funcionando como novo.

O destaque negativo desses veículos em minha opinião, apenas a suspensão dianteira, bastante frágil, exigindo constante substituição das buchas, coxins e pivôs, correia dentada, que exige atenção constante e acabamento, a portas traseiras a laterais se desregulam com frequência e a bateção chega a incomodar. O resto é só alegria, principalmente o consumo de combustível, média de 10 km/l na cidade e 12 na estrada! Pneus dianteiras, simples alinhamento constante e excessos na arrancada, evitam o desgaste.

Abraço!”

Obrigado, amigo Lucas, pelo excelente relato.
Ducato-01 Ducato-02 Ducato-03 Ducato-04 Ducato-05 Ducato-06

Nosso amigo e colaborador frequente Lucas Vieira, cheap de Minas Gerais, nos fez a gentileza de enviar um interessante material sobre o Fiat Ducato em sua primeira versão apresentada no Brasil. Além dos folhetos, Lucas também deu uma aula sobre Ducato, a qual reproduzimos a seguir:

“Olá, Evandro,

Estou enviando anexado ao e-mail, alguns folhetos sobre o lançamento do Fiat Ducato no Brasil, em 1998, ainda importados da Itália em com motor 2.5 aspirado. Em 2000 a produção foi nacionalizada na Fábrica de Sete Lagoas da Iveco, e o modelo passou a utilizar o motor Iveco/Sofim 2.8, nas versões aspirada (89 cv), Turbo (103 cv) e Turbo Intercooler (122 cv), as mesmas do Iveco Daily. Em 2006 a primeira atualização da carroceria, com o modelo 244 (o do catálogo é a versão 230) e o motor passou a contar com gerenciamento eletrônico e 127 cv. Em 2009 o motor foi trocado pelo Multijet F1A, com 2.3 L e a mesma potência, de 127 cv, e em 2012 foi trocado novamente de motor, pelo F1A Euro 5, com EGR e a mesma potência de 127 cv.

Sou feliz proprietário de 2 modelos, um 230 turbo 2004 e um 244 Multijet 2011, ambos rodando todos os dias no transporte de universitários em Belo Horizonte. São veículos bem valentes, sobretudo o motor 2.8, que dizem ultrapassar facilmente os 1 milhão de km, o meu está com 300.000 km, mas sem fumaça e consumo 0 de óleo lubrificante, acho que vai longe! O Multijet ainda com apenas 140.000 km, mas funcionando como novo.

O destaque negativo desses veículos em minha opinião, apenas a suspensão dianteira, bastante frágil, exigindo constante substituição das buchas, coxins e pivôs, correia dentada, que exige atenção constante e acabamento, a portas traseiras a laterais se desregulam com frequência e a bateção chega a incomodar. O resto é só alegria, principalmente o consumo de combustível, média de 10 km/l na cidade e 12 na estrada! Pneus dianteiras, simples alinhamento constante e excessos na arrancada, evitam o desgaste.

Abraço!”

Obrigado, amigo Lucas, pelo excelente relato.
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Recentemente nosso amigo Lucas Vieiras, viagra das belas Gerais, cheap nos presenteou com uma coletânea de catálogos da saudosa linha Toyota Bandeirante, em suas várias formas finais. Junto com o material, o Lucas ficou à vontade para expressar sua admiração – partilhada por nós, diga-se – sobre os valentes Bandeirante, além de seu conhecimento sobre a dita linha, conforme reproduzimos abaixo:

“Caríssimo Evandro,

Parabéns pelos 2 anos do blog, sem dúvida o melhor sobre o tema atualmente no Brasil, e quando digo tema, me refiro a meios de transporte, não a especificidade de caminhões antigos.

Li o post sobre o Land Rover Defender, veículo que não “defendo” muito, pois acho ele bem inferior em quase todos os aspectos a nossa Band (acho que só ganha em vibração e vazamentos), e estou enviando alguns folhetos da Bandeirante, com a Safra 1990 a 1993, quando estreou o OM-364, Safra 1993 a 1994, com melhoramentos no conforto (ar refrigerado) e 5ª marcha, 1994 a 1995, safra de estreia do 14B, importado com 102 cv, e a versão final de 1996 a 2001, com o motor montado pela Maxion ou MWM no Brasil, com 96 cv em virtude de restrições a poluição, e estreia da cabine dupla com 4 portas.

Grande abraço!”

Lucas, obrigado pela gentileza. Os demais catálogos da série serão postados nos próximos dias. Aguarde!

9 ideias sobre “Toyota Bandeirante – 1993

  1. Lucas,

    Nunca tive Band mas quem tem….fala que a Band (exceto pelo motor Mercedes trepidante) dá de 10 a 0 na Defender e no proprio veiculo que o inspirou, o Jeep.

    As molas longas a deixam mais confortáveis e o proprio conjunto mecanico é muito mais sólido e robusto!

    Morro de vontade de ter uma Bandeirates….Um dia, quem sabe!

    • Daniel, tivemos 3 Band na família, todas picapes. Uma 1978 (1a e 2a secas…), uma 1984 (sincronizada e reduzida) e uma 1990 cabina dupla. Apesar de nós adorarmos estas máquinas, elas tinham vazamentos de óleo generalizados, sobretudo na transmissão e nos cubos traseiros (84 e 90, com eixo flutuante). Andei muito pouco de Land, mas face ao nosso Jeep CJ-5 1971, as picapes Toyota pareciam tratores de esteira comparados a um Landau. Era trepidação e ruído por todo lado. Pior que o Mercedinho LO-608 D, que temos desde 1979, mesmo tendo o mesmo motor OM-314 (eis a diferença da coxinização e da massa veicular). A suspensão era demasiado dura. “Enrolava a camisa” e entrava odor de fumaça. Na época da 84 (que vazava água na base do para-brisa, exatamente sobre o pé direito, sob chuva), eu trabalhava na Cummins e cruzava SP rumo a Cumbica. Quando finalmente chegava ao trabalho, não raro as pessoas admiradas com meu estado amarrotado e exausto, perguntavam: “Nossa, o que aconteceu com você?”, ao que respondia, “Nada, vim de Toyota…!”. Abraço.

      • Evandro, legal seus comentários!

        Conheci um pessoal que tinham Bandeirantes (fechada) e CJ e quando pedi uma comparação de conforto e dirigibilidade, eles me falaram melhor da Bandeirantes e salientaram as molas longas. Reclamavam apenas do OM314. Falavam que apesar de não ser um low speed o Toyota 14B era um motor mais adequado a Toyotinha

        Confesso que depois de seu comentário, o fogo de ter uma Bandeirantes passou….até desanimei…rsrsrsrs

        Grande Abraço!

        • Daniel, eu, teimoso, ainda tenho vontade de voltar a sofrer…rs, na esperança de que as mais novas sejam melhores. Não consigo ver uma e ficar indiferente. Abração.

  2. Legal saber que as Bandeirante podiam ter ar condicionado e ar quente originalmente, só é uma pena que sejam desse modelo abaixo do painel.

  3. Sensacional o Bandeirante! Aprendi a dirigir num quando tinha 10 anos, o mais interessante é que era capota de lona, 4 portas, ano 1964, nunca vi outro igual, vou mandar um foto dele! Abraço.

    • Estamos 100% de acordo, Fernando! Nosso grande amigo dos tempos de faculdade, o Rudi, também tinha um jipe 1964 com capota de lona, modelo TB25L, com motor OM-324 de injeção indireta. O carro era delicioso e me dava pau no barro, sempre. Talvez fosse um pouco da minha imperícia nos controles da minha OJ55LP B 1978, mas o fato era que sempre o jipe se saía melhor. Anos depois de reformá-lo por inteiro, meu amigo o vendeu em Sorocaba, SP, a um feliz interessado nipônico. Fico devendo umas fotos desta fase saborosa de trilhas durante as aulas matadas na faculdade… Por falar em dever, também devo a estas máquinas “Made in Piraporinha” meus limitados dotes no manejo de câmbios secos… Um verdadeiro deleite estes carros. Em tempo, aguardo ansioso a foto do inusitado 4 portas. Abraço.

    • Daniel, desculpe a demora para contestar… Achei muito interessantes estes Land Cruiser réplicas. Pelo jeito eram mesmo artesanais, a julgar pelo preço. Curioso também o fato de usarem o HS2.8! Abraço.

Comentários encerrados.