Transmissões Automáticas Allison – Agosto de 1978

Atendendo à solicitação de um de nossos amigos leitores, order depois de um post sobre a linha Agrale 4100 e 4200 industrial, agora trazemos este post sobre o Agrale 4200 agrícola, identificado pela cor vermelha.

Esta versão ilustrada já havia passado por uma modernização, identificada pelas mudanças no capô, com um inserto na altura do tubo de escape, nova logotipia e faixas decorativas, pelo trem de força e pelas rodas pintadas na cor chumbo. Os modelos anteriores tinham trem de força vermelho e rodas na cor creme.

O motor permanecia o bicilíndrico arrefecido a ar Agrale M790, de tecnologia Hatz alemã, com 1.270 cm³ e 36 cv a 3.000 giros por minuto, atrelado a uma caixa de 6 marchas, permitindo velocidades entre 2,4 e 21 km/h, com pneus aro 28. O sistema hidráulico podia levantar 420 kg a 1,5 metros do eixo traseiro.

Muitas pequenas propriedades se apoiavam no 4200 para todas as suas atividades, desde a aração, gradagem, roçagem p transporte, etc.

 

 
Atendendo à solicitação de um de nossos amigos leitores, generic depois de um post sobre a linha Agrale 4100 e 4200 industrial, sickness agora trazemos este post sobre o Agrale 4200 agrícola, identificado pela cor vermelha.

Esta versão ilustrada já havia passado por uma modernização, identificada pelas mudanças no capô, com um inserto na altura do tubo de escape, nova logotipia e faixas decorativas, pelo trem de força e pelas rodas pintadas na cor chumbo. Os modelos anteriores tinham trem de força vermelho e rodas na cor creme.

O motor permanecia o bicilíndrico arrefecido a ar Agrale M790, de tecnologia Hatz alemã, com 1.270 cm³ e 36 cv a 3.000 giros por minuto, atrelado a uma caixa de 6 marchas, permitindo velocidades entre 2,4 e 21 km/h, com pneus aro 28. O sistema hidráulico podia levantar 420 kg a 1,5 metros do eixo traseiro.

Muitas pequenas propriedades se apoiavam no 4200 para todas as suas atividades, desde a aração, gradagem, roçagem, pulverização, transporte, etc.

A máquina ilustrada aparece trabalhando com uma enxada rotativa Lavrale, a divisão de implementos agrícolas do fabricante caxiense.

Amanhã teremos seu irmão menor, o 4100, também na versão agrícola.

4200 1 4200 2

 

 
Embora as transmissões automáticas Allison nunca tenham atingido o merecido sucesso de mercado no Brasil, prescription ainda assim as transmissões da Série MT foram empregadas em diversas aplicações no país, unhealthy como equipamento original nos ônibus Volvo B58 e Mafersa M240 urbanos.

As versões da Série HT, cialis por exemplo, equiparam muitos veículos tratores pesados usados no transporte de cargas excepcionais, bem como veículos fora-de-estrada.

Algumas das Série AT e MT encontraram uso em caminhões de coleta de lixo, de transporte de valores, micro-ônibus, entre outros usos especiais.

Suas incontestáveis vantagens, conforme relatadas no interessante catálogo anexo, só eram ofuscadas pelo custo inicial mais elevado e pela necessidade de pessoal treinado para operar e manter estas unidades.

As primeiras caixas Allison, produzidas pela Detroit Diesel Allison, então uma divisão da GM, começaram a aparecer nos caminhões e ônibus GMC no final dos anos quarenta.  Depois da venda da Detroit para o Grupo Penske, nos anos oitenta, a Allison permaneceu como divisão da GM, comercializando seus produtos para inúmeros OEMs mundo afora.

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4 ideias sobre “Transmissões Automáticas Allison – Agosto de 1978

  1. Amigo: quanta ingratidão da busologia brasileira …

    A Busologia é o estudo do ônibus ! Ela não é o colecionismo de fotos .Por isso não acho o termo busólgo apropriado.

    Parabéns por ter contribuído VERDADEIRAMENTE com a busologia e deixo a minha queixa pelo fato de ninguém lhe agradecer, mas agradecer a milésima foto, com a centésima posição, de um mesmo modelo da Viação Itapemirim srsrs Abs !

  2. Parabéns pelo post. Acredito que muitas soluções técnicas de sucesso na Europa e USA não tiveram sucesso no Brasil por puro comodismo de mecânicos e usuários.
    Temos diversos exemplos: Carburador SU dos Dodge Polara, Motores Detroit, Gol 16V e 16V Turbo, etc.
    Tudo que sai fora da “zona de preguiça” não presta, até meados da década de 80 havia muita desconfiança com uso do turbo em caminhões, e até hoje nos carros há muita resistência aos motores com cabeçotes multi válvulas DOHC.

    • Fernando, tem muito fundamento seu comentário. No entanto, tem tecnologia que não vinga por não ter preço “competitivo” na visão dos empresários. Muitas vezes, o que interessa é o custo inicial, deixando-se de lado o custo total durante a vida do veículo. Obrigado por seu interessante relato. Um abraço.

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