Transmissões Automáticas Allison – Agosto de 1978

Embora as transmissões automáticas Allison nunca tenham atingido o merecido sucesso de mercado no Brasil, prescription ainda assim as transmissões da Série MT foram empregadas em diversas aplicações no país, unhealthy como equipamento original nos ônibus Volvo B58 e Mafersa M240 urbanos.

As versões da Série HT, cialis por exemplo, equiparam muitos veículos tratores pesados usados no transporte de cargas excepcionais, bem como veículos fora-de-estrada.

Algumas das Série AT e MT encontraram uso em caminhões de coleta de lixo, de transporte de valores, micro-ônibus, entre outros usos especiais.

Suas incontestáveis vantagens, conforme relatadas no interessante catálogo anexo, só eram ofuscadas pelo custo inicial mais elevado e pela necessidade de pessoal treinado para operar e manter estas unidades.

As primeiras caixas Allison, produzidas pela Detroit Diesel Allison, então uma divisão da GM, começaram a aparecer nos caminhões e ônibus GMC no final dos anos quarenta.  Depois da venda da Detroit para o Grupo Penske, nos anos oitenta, a Allison permaneceu como divisão da GM, comercializando seus produtos para inúmeros OEMs mundo afora.

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4 ideias sobre “Transmissões Automáticas Allison – Agosto de 1978

  1. Amigo: quanta ingratidão da busologia brasileira …

    A Busologia é o estudo do ônibus ! Ela não é o colecionismo de fotos .Por isso não acho o termo busólgo apropriado.

    Parabéns por ter contribuído VERDADEIRAMENTE com a busologia e deixo a minha queixa pelo fato de ninguém lhe agradecer, mas agradecer a milésima foto, com a centésima posição, de um mesmo modelo da Viação Itapemirim srsrs Abs !

  2. Parabéns pelo post. Acredito que muitas soluções técnicas de sucesso na Europa e USA não tiveram sucesso no Brasil por puro comodismo de mecânicos e usuários.
    Temos diversos exemplos: Carburador SU dos Dodge Polara, Motores Detroit, Gol 16V e 16V Turbo, etc.
    Tudo que sai fora da “zona de preguiça” não presta, até meados da década de 80 havia muita desconfiança com uso do turbo em caminhões, e até hoje nos carros há muita resistência aos motores com cabeçotes multi válvulas DOHC.

    • Fernando, tem muito fundamento seu comentário. No entanto, tem tecnologia que não vinga por não ter preço “competitivo” na visão dos empresários. Muitas vezes, o que interessa é o custo inicial, deixando-se de lado o custo total durante a vida do veículo. Obrigado por seu interessante relato. Um abraço.

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