Volkswagen 16.210 – 1989

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No final dos anos oitenta, sickness o VW 16.210 foi responsável pelo ingresso da marca no destacado segmento de 16 toneladas de PBT, sale partindo da expansão do bem sucedido envelope do 14.210, encabeçado pelo motor Cummins 6CT8.3, de 210 cv, e a caixa Eaton FS-6206 A, de seis velocidades. Para encarar a faina estradeira, boa parte dos caminhões recebia terceiro eixo instalado externamente, o que elevava seu PBT para 22 toneladas.

Sem medo de errar, pode-se afirmar que o modelo também foi a semente de modelos de absoluto sucesso, como o 17.220, o 23.220, o eletrônico 23.250E, e mais recentemente, o Constellation 24.250, um grande campeão de vendas, figurando no topo das estatísticas de emplacamento, antes de ser substituído pelo 24.280, que ao estrear com a nova motorização MAN, quebrou a tradição Cummins nos VW semipesados.

Este folheto nos foi enviado pelo amigo Fernando Luiz de Araújo, a quem oferecemos nossa gratidão.

 

2 ideias sobre “Volkswagen 16.210 – 1989

  1. Muito interessante folheto e, sobretudo, modelo. Esses 89 eram os que tinham plataforma comunizada com os Ford Cargo? Poderia falar mais dessa época, do que esses caminhões comunizaram, racionalizaram, etc? E da pra ter uma ideia do que significa esses novos motores MAN D08 nos caminhões VW médios/semi-pesados? E você acha que futuramente possam colocar os D276 nos cavalos e pesados VW? Para atuar nas versões de 400cv e 420cv, por exemplo. Sabendo que nos TGX ele começa em 440cv e vai até 480cv aqui no Brasil. Abraços

    • Odair, estes assuntos serão abordados em detalhe no nosso livro. A Plataforma Racionalizada da Autolatina surgiu em 1992, quando os motores Cummins substituíram os Ford 6.6 e 7.8 no Cargo e os VW passaram a adotar o chassi do Cargo. Uma das formas mais fáceis de se identificação nos caminhões, na prática, eram os módulos de tanques de ar e suporte da bateria, além das lanternas traseiras e da alavanca de mudanças “curta”, similar à da Linha Cargo, adotada nos VW.

      A atual linha VW e a motorização Cummins, na nossa modesta opinião, certamente tem seu futuro ameaçado a longo prazo, já que a pressão interna no grupo por padronização em torno de produtos com tecnologia MAN não deve ser pequena. O contraponto defendido pelos brasileiros da MAN Latin América é o valor da marca VW no Brasil, muito forte, diga-se, e a preferência do mercado pelos Cummins, hoje amplamente consagrados.

      Obrigado.

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