Volkswagen 24.220 – Fevereiro de 1991

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Havia também a versão etílica, com motor Dodge V8 318, denominada de 22.160, que será postada em breve.

Foi o primeiro caminhão VW 6×4 e era destinado em especial ao mercado canavieiro.

 
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Havia também a versão etílica, com motor Dodge V8 318, denominada de 22.160, que será postada em breve.

Foi o primeiro caminhão VW 6×4 e era destinado em especial ao mercado canavieiro.

 
Depois da experiência obtida com o motor Cummins 6CT8.3 na exportação dos modelos 13.210 e 22.210 para a Paccar (leia-se Kenworth e Peterbilt) nos Estados Unidos, online 1987, a VW Caminhões decidiu lançar o modelo nacional, o VW 14.210, um 4×2 estradeiro, próprio para operar no truque (6×2).

O sucesso do caminhão com tal motor, num tempo em que a concorrência tinha motores na faixa de 130 a 160 cv, motivou a montadora a ampliar o leque de ofertas com o mesmo propulsor.

Assim, o exigente mercado canavieiro foi contemplado com o VW 24.220, uma combinação do referido motor, com a indestrutível transmissão Eaton Fuller RT de duplo contra-eixo e eixos traseiros Rockwell, com sistema de diferencial longitudinal no primeiro deles. Com as relações de redução daquela caixa era possível aposentar a caixa de transferência e sua reduzida.

O único pecado era a suspensão traseira Hendrickson RT, com barras oscilantes longitudinais, de baixo vão livre e propensas ao excessivo desgaste de suas buchas. Mais tarde, esta unidade seria aposentada em prol de um conjunto Randon (depois Suspensys, do mesmo grupo), com seis barras de reação e feixe de mola invertido articulado. Era o que faltava.

 

 

9 ideias sobre “Volkswagen 24.220 – Fevereiro de 1991

  1. Evandro;

    Engraçado é que antes desse modelo, caminhão traçado sempre teve a fama de “lerdo”. Ai começaram a aparecer os 24-220, depois os L-2325 e a coisa mudou de panorama.

    Sobre a lerdeza de caminhão traçado, tenho uma historinha engraçada que aconteceu com um motorista da construtora que meu pai foi sócio. O LK- 2213 (relatados por mim) tinha uma pequena carroceria carga seca com gaiola para transporte de gado. Certa vez, na estrada, o motorista foi abordado por um Policial Rodoviário e obrigado a parar no acostamento. O motivo? Trafegando a 70km/h, um dos cardãs simplesmente havia caido do caminhão e ficado largado na estrada…

    • Daniel, tem toda razão no seu comentário.

      A história dos caminhões traçados, por si só, mereceria um livro. Sempre descobrimos coisas novas a seu respeito, como o fato de os primeiros a chegarem por aqui terem sido das marcas Thornycroft e Morris Commercial, ambos ingleses, nos idos dos anos dez e vinte. Como custavam caríssimo, muitas vezes o valor de um Chevrolet Ramona ou Ford Modelo TT (Depois AA), venderam muito pouco. Há anos atrás, ofereceram-me um raríssimo Thornycroft abandonado em Tatuí, para reformar. Queria ter tido tempo, recursos e espaço para salvar aquela preciosidade!

      E por falar em 6×4, como não teve maiores consequências, sensacional o episódio do LK-2213!

      Grande abraço. Evandro.

  2. Esta caixa RT-7608LL é sensacional, um torque de 700 lbs (317,5 mkgf) faz muito cargueiro sentir inveja. Bom vamos lá, muitos motoristas ficam cruzando as marchas na caixa baixa, mas a mesma não oferece o recurso, eu li no manual dela e o botão azul é apenas para engatar a LO ou LO-LO e as marchas Ré. Então quer dizer que os motoristas apenas colocam e tiram a marcha, estou certo?

    • Bruno, estou longe de meu material de consulta que contém esta informação, mas se bem me recordo, o torque nominal de entrada da caixa RT-7608LL é de 760 lb.pé. Em todo caso, as 700 lb.pé citadas equivalem a 96,8 mkgf e não a 317,5 mkgf.

      Quanto à sua pergunta, o que se vê muitos motoristas fazendo é engatar entre a 3a. e a 4a., a chamada “5a. louca”, que equivale a levantar o botão da gama alta e, ao invés de engatar a 5a., engatar a LO, pois esta marcha (que não existe no diagrama, de propósito) tem relação de 3,70:1, ou seja, entre a 3a. (4,51:1) e a 4a. (3,32:1). Na prática, isso divide o degrau entre elas, o que é útil em algumas situações.

      No entanto, esta operação não é recomendada pela Eaton, pois as engrenagens da LO têm menor largura de dentes, uma vez que são dimensionadas para um menor fator de utilização (apenas nas arrancadas), não devendo ser engrenada por longos períodos.

      Abraço.
      Obrigado.

      • Errei feio, me desculpe, devo ter inserido numeração errada num site de conversão.

        http://www.convertworld.com/pt/torque/Newton-metro.html

        Entendi sobre a “5ª louca”, meu tio fazia isto no VW 24-220, e ele também ficava “cruzando” na caixa baixa, na sequência: 1ª reduzida, 1ª simples, 2ª reduzida, 2ª simples, 3ª reduzida, 3ª simples, 4ª reduzida, 4ª simples.
        Quando passava para a caixa alta, o botão azul travava; mas como no diagrama de marchas está lá, não vemos redução na caixa baixa, por isso eu imagino que os motoristas estão inventando marcha onde não tem, e estão sentindo uma sensação de marcha engatada, entende? É apenas “achismo” da minha parte, por favor, diga-nos se estou certo.
        E me desculpe pelo cálculo errado e tantas perguntas!

        Abraço!

        • Bruno, a marcha citada existe e está lá, com uma relação interessante que parte o degrau entre as marchas oficiais. Porém, não pode ser utilizada em operação normal. Por esta razão o botão azul trava na caixa alta, justamente para inibir os “inventores”.

          No 24.220 com caixa RT não tem como ficar cruzando como mencionado, pois a “1a. simples”, na verdade é a 5a, com um degrau gigantesco que faria o motor apagar. A sequência possível é: 1a, 2a, 3a, 4a (na caixa baixa), depois 5a, 6a, 7a, 8a (na caixa alta). Quem usa a 5a. louca, a engata entre a 3a e a 4a.

          Um abraço.

          • Muito bom, de acordo com que li no manual da caixa e vemos no diagrama das marchas. São 8 apenas com possibilidade das 2 Crawler. Gostei da palavra “inventores”.

        • Em tempo, para converter de lb.pé para Nm, divida o valor em lb.pé por 0,737 (lembre-se do Boeing…). Abraço.

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