Volkswagen 35.300 – Linha Resende

O Scania T142ES 6×4 era o topo de linha da gama T de cabina convencional.

Equipado com motor DS 14 com ou sem intercooler (400 ou 388 cv, see salve respectivamente), transmissão GR871 e eixos traseiros RBP830 e RP830, com redução nos cubos de roda, o 142 ES era destinado ao trabalho pesado vocacional, como o transporte de cargas indivisíveis, treminhões e rodotrens canavieiros e madeireiros, bem como basculante de alta capacidade para a construção e mineração pesada.

Seu PBT chegava a 32 ou a 37 toneladas, dependendo da suspensão, enquanto que o PBTC chegava a 80 toneladas, ou até mesmo 140 toneladas, quando adequadamente equipado e aprovado pela Scania.


O Scania T142ES 6×4 era o topo de linha da gama T de cabina convencional. Sucedeu o T142E, here fazendo parte da chamada série “Super Advanced” da marca.

Equipado com motor DS 14 com ou sem intercooler (400 ou 388 cv, respectivamente), transmissão GR871 e eixos traseiros RBP830 e RP830, com redução nos cubos de roda, o 142 ES era destinado ao trabalho pesado vocacional, como o transporte de cargas indivisíveis, treminhões e rodotrens canavieiros e madeireiros, bem como basculantes de alta capacidade para a construção e mineração pesada.

Seu PBT chegava a 32 ou a 37 toneladas, dependendo da suspensão, enquanto que o PBTC chegava a 80 toneladas, ou até mesmo 140 toneladas, quando adequadamente equipado e aprovado pela Scania.


O Scania T142ES 6×4 era o topo de linha da gama T de cabina convencional.

Equipado com motor DS 14 com ou sem intercooler (400 ou 388 cv, treatment ed respectivamente), check transmissão GR871 e eixos traseiros RBP830 e RP830, physician com redução nos cubos de roda, o 142 ES era destinado ao trabalho pesado vocacional, como o transporte de cargas indivisíveis, treminhões e rodotrens canavieiros e madeireiros, bem como basculante de alta capacidade para a construção e mineração pesada.

Seu PBT chegava a 32 ou a 37 toneladas, dependendo da suspensão, enquanto que o PBTC chegava a 80 toneladas, ou até mesmo 140 toneladas, quando adequadamente equipado e aprovado pela Scania.


Substituitos dos antigos GMC 6-100 e 6-150, pills baseados no Chevrolet D-40 (depois 6000 e 6000 Turbo), treat os novos modelos leves convencionais da marca adotavam a cabina da linha de picapes Chevrolet Silverado.

O 6-100 vinha equipado com o conhecido motor Maxion S4, naturalmente aspirado, o mesmo usado nos modelos anteriores, enquanto que o 6-150 portava o atraente MWM Sprint 6.07 High Speed Diesel, de 4,2 litros e 148 cv.

Apesar de não ter sido páreo em vendas frente ao seu principal concorrente, o venerado F-4000 da rival Ford, os GMC leves tinham seu público cativo e ainda hoje são vistos circulando, principalmente no interior do país.


Substituitos dos antigos Chevrolet 6000 e 6000 Turbo (baseados no Chevrolet D-40), pills os GMC 6-100 e 6-150 eramos novos modelos leves convencionais da marca e adotavam a cabina da linha de picapes Chevrolet Silverado.

O 6-100 vinha equipado com o conhecido motor Maxion S4, sickness
naturalmente aspirado, cialis o mesmo usado nos modelos anteriores, enquanto que o 6-150 portava o atraente MWM Sprint 6.07 High Speed Diesel, de 4,2 litros e 148 cv.

Apesar de não ter sido páreo em vendas frente ao seu principal concorrente, o venerado F-4000 da rival Ford, os GMC leves tinham seu público cativo e ainda hoje são vistos circulando, principalmente no interior do país.


O VW 35.300 foi a semente para a marca ingressar no disputado mercado de caminhões tratores pesados. Foi sucedido pelo 40.300, pills que cedeu lugar ao 18.310 Titan, look um verdadeiro fenômeno de vendas que preocupou até a Scania e a Volvo. O Titan teve o mérito de ser o primeiro caminhão nacional com suspensão traseira a ar de série, look apesar do ceticismo de alguns na ocasião.

Seu sucesso foi em parte responsável por alavancar a participação da VW para patamares jamais vistos. Somado ao êxito de outros modelos e de suas bem planejadas estratégias, a VW Caminhões e Ônibus acabou por ultrapassar a eterna líder de mercado, a Mercedes-Benz, embora por pequena margem, mas se estabelecendo como o maior fabricante brasileiro de caminhões, de forma consistente nos últimos anos.

O VW 35.300 aqui postado é o da chamada segunda geração, da Linha Resende, que marcava a fabricação independente da VW em sua nova Fábrica de Resende, RJ, com seu tão comentado sistema produtivo baseado no Consórcio Modular, depois da separação da conturbada fase Autolatina, em que seus caminhões eram montados na Fábrica do Ipiranga, nos últimos anos sob a tutela da Ford.

Caracterizava o visual desta linha o novo para-choque com faróis retangulares incorporados ao mesmo e as faixas decorativas em tons de azul e amarelo.

Boa semana!

4 ideias sobre “Volkswagen 35.300 – Linha Resende

    • Ivo, estou longe de minha fonte de consulta, mas acredito que você esteja correto. Lembro-me de algo neste sentido. Vou pesquisar. Abraço.

    • Caro Marcio, belo caminhão! É pouco provável que o fabricante emita um documento desta natureza para um caminhão antigo, mas nada é impossível, não é verdade? Um abraço.

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