Volvo N12 4×2 Intercooler II – 1987

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Naquele ano de grandes mudanças em toda a indústria automotiva nacional, rx com praticamente todos os caminhões afetados com novas nomenclaturas e melhorias de produto mais ou menos intensas, sildenafil a Volvo não podia ficar de fora, trazendo ao mercado os novos N10 Turbo II e Intercooler II, que substituíam os modelos anteriores, identificados pelos sufixos H, XH e XHT.

Neste folheto presenteado pelo amigo Fernando Luiz de Araújo, a Volvo mostrava um sumário das especificações de todos os modelos com tração 6×4, com motorização de 10 e 12 litros, com eixos traseiros com ou sem redução nos cubos de roda.

Com 385 cv e 1.600 Nm, cumpre lembrar que o Volvo N12 tinha o motor de seis cilindros em linha mais poderoso de seu tempo, e o segundo mais potente do mercado, perdendo apenas para os Scania V8.  Outro destaque era o tandem CTEV 87, bom paro único do mercado sem redução nos cubos de roda, fazendo da Volvo a pioneira no terreno dos cavalos mecânicos 6×4 “estradeiros” sem os pesados e, em muitos casos, ineficientes tandem com redução final nos cubos.

 
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a Volvo não podia ficar de fora, trazendo ao mercado os novos N10 Turbo II e Intercooler II, que substituíam os modelos anteriores, identificados pelos sufixos H, XH e XHT.

Neste folheto presenteado pelo amigo Fernando Luiz de Araújo, a Volvo mostrava um sumário das especificações de todos os modelos com tração 6×4, com motorização de 10 e 12 litros, com eixos traseiros com ou sem redução nos cubos de roda.

Com 385 cv e 1.600 Nm, cumpre lembrar que o Volvo N12 tinha o motor de seis cilindros em linha mais poderoso de seu tempo, e o segundo mais potente do mercado, perdendo apenas para os Scania V8.

Outro destaque era o tandem CTEV 87, bom para até 75 toneladas e o único do mercado sem redução nos cubos de roda, fazendo da Volvo a pioneira no terreno dos cavalos mecânicos 6×4 “estradeiros” sem os pesados e, em muitos casos, ineficientes tandem com redução final nos cubos.

 
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Neste folheto presenteado pelo amigo Fernando Luiz de Araújo, a Volvo mostrava um sumário das especificações de todos os modelos com tração 6×4, com motorização de 10 e 12 litros, com eixos traseiros com ou sem redução nos cubos de roda.

Com 385 cv e 1.600 Nm, o Volvo N12 tinha o motor de seis cilindros em linha mais poderoso de seu tempo, e o segundo mais potente do mercado, perdendo apenas para os Scania V8.

Outro destaque era o tandem CTEV 87, bom para até 75 toneladas e o único do mercado sem redução nos cubos de roda, fazendo da Volvo a pioneira no terreno dos cavalos mecânicos 6×4 “estradeiros” sem os pesados e, em muitos casos, ineficientes tandem com redução final nos cubos.

 
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Dentre os caminhões 4×2 de seu catálogo para 1987, this
drugstore physician o modelo topo de linha da Volvo era o novo N12 Intercooler II, diagnosis
que podia ser pedido com eixo traseiro de simples redução, o RAEV 90 para 52 toneladas de CMT, ou o parrudíssimo RAN 281 de dupla redução, sendo a final nos cubos de rodas, que elevava a CMT a 70 toneladas.

Este folheto foi mais uma cortesia de Fernando Luiz de Araújo.