VVR 2013

Nosso amigo Fernando Araújo de Guarapuava, cialis PR, help  fez a enorme gentileza de compartilhar conosco uma grande variedade de catálogos e folhetos de sua coleção, sale todos já digitalizados e meticulosamente organizados. O Fernando ainda nos presenteou com o envio de todo o material via correio.

Ainda estamos “fechados para balanço”, mergulhados no projeto do livro De Caminhão Pelo Brasil, que em breve será editado pela Editora Otto 7, de São Paulo.

No entanto, só para dar um sinal de vida, dizendo a todos os nossos leitores que o site continua “lépido e faceiro”, e em agradecimento simbólico ao Fernando, trazemos até você o inédito (neste espaço), Chevrolet 12000, o médio da gravata dos anos noventa.

Logo teremos mais novidades, dentre as quais as preciosidades da coleção do Fernando.

Obrigado a todos que continuam nos prestigiando, mesmo depois de uma longa estiagem de novos posts.

Até breve e não deixe de nos acompanhar!

Um fraterno abraço e ótimo final de semana.

Caminhao 12000 1991 01 Caminhao 12000 1991 02

 

 

 
Amigos, cialis bom dia!

Informamos que por motivos alheios à nossa vontade, capsule estivemos com o site indisponível nos últimos dias, em função de problemas no servidor, que já foram devidamente resolvidos.

Desculpe-nos pelo transtorno e continue nos visitando.

 

Abraços.

 

 

 
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Depois da ascensão e declínio do venerável FNM D-11000, no rx a fábrica precisa se atualizar, no início dos anos setenta. Não só isso, mas também necessitava expandir sua linha, em função da crescente pressão competitiva, representada pelos Scania L110 e Mercedes LS-1924.

A modernização veio na forma do FNM 180 e a expansão tomou corpo com o novo FNM 210, lançado em 1972. Era em verdade um “upgrade” do 180.

Apesar do PBTC aparecer como 40 toneladas em algumas fontes do início da produção, logo o mesmo seria aumentado para 45 toneladas. O PBT técnico também não seria esquecido,  sendo ampliado de 17 (6+11) para 18,5 toneladas (6,5 + 12), através da adoção de eixos mais parrudos. Vale lembrar que, na época, o PBT legal era de 15 toneladas.

Havia novidades também no trem de força, como não podia deixar de ser. O motor de seis cilindros 120.50 que equipava o 180 foi esticado e rebatizado de 120.08, para render 215 cv e 706 Nm brutos, face aos 180 cv e 657 Nm anteriores, mantendo as mesmas dimensões de 120 x 150 mm, que resultavam em 11.050 cm³ – exatamente o mesmo deslocamento do antigo FNM 9610, que equipava o D-11000.

A tradicional unidade de oito marchas (4+2) Alfa-FNM deu passagem para uma transmissão ZF de seis marchas “secas”, com “split” sincronizado na dianteira da caixa. O resultado eram 12 marchas à frente, com reduções de 9,0:1 a 0,84:1 e engrenamento helicoidal, silencioso. A transmissão antiga só oferecia reduções entre 5,3 a 0,76:1, com engrenagens de dentes retos.

A nova transmissão decretava o fim das duas alavancas de mudança – uma para a caixa e outra para o multiplicador – e com elas, a folclórica troca de marchas com “cruzamento”.  A partir de então, o “split” era comandado pelo simples toque da tecla no punho da alavanca.

A montagem da nova caixa permanecia remota, no centro do chassi, com cardans ligando-a à embreagem e ao eixo traseiro.

Outra particularidade do FNM 210: como a caixa ZF não tinha provisão para freio de estacionamento em sua extremidade traseira, o mesmo foi relocado para a entrada do eixo traseiro, mantendo as sapatas semienvolventes capazes de frear nos dois sentidos.

Digna de nota também foi a adoção de uma direção hidráulica integral, em substituição ao sistema mecânico com servo-hidráulico (acionado por pistão), reminiscente do D-11000.

Enquanto o FNM 180 era empregado especialmente com terceiro eixo, em aplicações rodoviárias e vocacionais, notadamente nas betoneiras e básculas, o 210 pegava a estrada configurado como cavalo-mecânico e atrelado a semirreboques de 3 eixos.

Rebatizado de Fiat, as últimas cópias do 210 sairiam da linha de montagem de Xerém, na Baixada Fluminense em 1978, quando a Fiat Diesel já fabricava o 190, equipado com o motor Fiat 8210, de 13,8 litros.

Uma lenda viva dentro da Iveco, este mesmo engenho modernizado equiparia o EuroTech e o Trakker anos mais tarde.

Mas esta é outra história…

Este post segue em homenagem ao meu amigo William, que sempre colabora com este espaço e que teve a feliz ideia de sugerir um artigo sobre este clássico modelo.

 

Bom final de semana!

F 210 1 F 210 2

 
Caro amigo(a) leitor(a):

Enquanto ainda não retornamos às nossas postagens normais, viagra o que esperamos fazer em breve, sales tiramos uns minutinhos de nosso projeto do livro para lembrá-lo(a) sobre o grande evento dos ônibus e caminhões antigos que acontecerá no início de novembro, na capital bandeirante. Trata-se do VVR 2013. Se tiver oportunidade, não deixe de comparecer. É um belo desfile de preciosidades!

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2 ideias sobre “VVR 2013

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