Apesar de intuitivamente mais ligada ao mundo das tradicionais picapes norte-americanas, medical a roça nos anos sessenta também era foco da Volkswagen e sua valente Kombi, medicine como atesta esta peça publicitária gentilmente enviada pelo amigo Alfredo Rodrigues.
Como de costume naqueles tempos, o ponto alto dos anúncios eram as belíssimas ilustrações de competentes artistas, muitas vezes, anônimos. A eles, nossa gratidão, por nos brindar com estas verdadeiras obras de arte!

Legal o nome dela: Kombinationsfahrzeug, que traduzindo da língua alemã fica algo tipo: combinação de uso.
O mercado brasileiro tem preferências americanizadas, talvez pela influência da antiga política de boa-vizinhança do Tio Sam, mas acabou sobrando espaço para a escola européia em função dos custos operacionais normalmente mais contidos.
Daniel, muito lúcido seu comentário. Grato.
Era uma façanha e tanto empurrar oitocentos e tantos quilos de carga (mais o peso da carroçaria) com o esforçado motor 1200 e seus valentes 36cv brutos…
Mas isso não foi problema, tanto que a Kombi durou até bem pouco tempo atrás, conquanto equipada com motores mais valentes.
Douglas, é mesmo difícil imaginar como ficava o desempenho numa serra com carga plena. Mas depois do motor 1500 em 1967, a Kombi ganhou novo alento que a levou adiante até a chegada das novas motorizações das décadas seguintes, como você bem ressaltou. Um abraço.